A beleza de ser mulher

A beleza de ser mulher
Nada mais contraditório do que ser "Mulher" Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

7 de setembro de 2012

Velha Interrogação




Velha Interrogação

Passa a vida? Continua…
Porque o tempo é que flutua,
como um rio de veludo,
sobre todos, sobre tudo...

À sua imagem sonhamos:
de onde vimos? aonde vamos?

E o destino indiferente
vai impelindo a torrente...

Passa a vida? Continua...
Com o tempo quem passa é a gente.
Mas, vida, se nós passamos,

de onde vimos? aonde vamos?


Da Costa e Silva
in: Poesia Completa

3 de setembro de 2012

Gentileza gera gentileza




Gentileza gera gentileza

Gentileza gera gentileza. Eis uma verdade. Eu sei, parece clichê, parece auto-ajuda, parece simplista.
Todavia, é uma verdade; e as verdades, por mais óbvias que pareçam, às vezes precisam ser ditas.
Gentileza gera gentileza.
E o que é ser gentil? É difícil definir o que é ser gentil, afinal cada pessoa gosta de uma coisa, a cada pessoa uma coisa agrada. Cada um tem uma definição de “gentil”. Contudo, certas características são bastante comuns as pessoas gentis e vou tentar expô-las aqui.
Ser educado é uma delas. “Com licença”, “por favor”, “obrigada”. Uma pessoa gentil sempre usa essas palavras. E mais: pessoas gentis sabem como fazer essas palavras soarem mais do que simples convenção.
Sorrir é outra característica comum das pessoas gentis. De que adianta dizer “com licença”, se a tua expressão está dizendo: “se você não sair da minha frente eu passo por cima”? Sorria, simplesmente porque é bom sorrir. Sorria porque é bom ver outras pessoas sorrindo para você. Ou sorria por simples gentileza – uma hora o sorriso que era apenas um ato gentil, acaba se tornando uma expressão de alegria.
Pessoas gentis não aceitam maus-tratos. Ser gentil não é “engolir sapos” nem “levar desaforo para casa”. Ser gentil é saber que “gentileza gera gentileza” assim como “aspereza gera aspereza”. Se alguém foi áspero contigo, seja gentil com ele, e quebre uma cadeia de agressividade. Ser gentil é saber colocar-se no lugar do outro para encontrar a melhor forma de responder a uma indelicadeza, sem ser indelicado, mas deixando claro que não gosta de ser tratado de tal forma.
Ser gentil é saber expor sentimentos.
Ser gentil é saber elogiar. É descobrir que elogios existem para ser usados. É reparar nas qualidades das pessoas que estão ao nosso redor. É dizer para elas que estamos prestando atenção nos seus pequenos atos, e que as coisas positivas que elas fazem são muito importantes para nós. Assim como devemos dar apoio para que os erros possam ser corrigidos, devemos dar valor para as coisas positivas. Não elogie por elogiar: seja sincero. Entretanto, não fique esperando para fazer um elogio: aprenda a descobrir qualidades.
Ser gentil é mais do que uma característica: é uma atitude perante a vida.
Acredito que todos queremos um “mundo melhor” e quem quer um mundo melhor deve estar consciente de que este mundo é feito por pessoas também “melhores”. Tornar-se uma dessas pessoas é uma boa forma de tornar o mundo melhor hoje.

( Autor desconhecido ) Imagem Google 

5 de julho de 2012

Mulheres que amam o homem errado




As mulheres que "amam muito" são aquelas que se sentem atraídas por homens problemáticos, distantes, inacessíveis. Mulheres que depois ficam enganchadas a situações conflituosas por ter formado par com um homem inadequado.
Algumas vezes suas histórias chegam à imprensa, geralmente por maus-tratos, pois elas raramente põem um fim no drama no qual se encontram prisioneiras. Costumam inspirar admiração ou lamento em seu entorno. São responsáveis e empreendedoras, mas com pouco amor próprio. Agüentam o indizível e, no entanto, desculpam seus parceiros.
Sonham com o que poderia ser e assim "ficam presas" ao que não funciona, nem as faz felizes. Rejeitam os homens "agradáveis" porque lhes parecem chatos, insípidos, por outro lado facilmente se sentem irresistivelmente atraídas pelo homem distante. Este funciona como uma droga para elas e chegam a ficar tão obcecadas, que descuidam de seus próprios interesses: família, amigos, trabalho, relações.
Vivem em uma contínua ansiedade, onde o pão de cada dia é o esforço por entender, mudar ou conseguir a atenção do homem "eleito". Gastam suas energias, esgotam o pranto e chegam ao desespero: para elas estar apaixonadas é sofrer. Se depois de tudo isso, você ainda tem dúvidas se faz parte desse grupo de mulher, pode começar a fazer as seguintes perguntas: Para o você estar apaixonada significa sofrer?
A maior parte de suas conversas com amigas ou colegas de trabalho são sobre ele? Desculpa seu mal humor, seu mal caráter, sua indiferença e sua indiferença? Sublinha nos livros todas as passagens que a ajudariam? Suporta condutas que não lhe agradam pensando que você for o suficientemente atrativa, ele mudaria? Se sua contestação foi afirmativa, plantéese que sua relação de casal prejudica seu bem-estar emocional e que deve buscar ajuda para superar a situação.

Erros que comprometem os relacionamentos



Os relacionamentos que você tem com o outro, refletem o seu relacionamento com você mesmo.
Quando as circunstâncias se repetem nos relacionamentos, o problema não é do outro. Se isso tem acontecido com você, está na hora de parar com as lamentações e olhar de frente para o que está se passando.
Somente um mergulho interno, com disposição para encarar a realidade, poderá colocá-lo frente a frente com as verdadeiras motivações que o(a) levaram a escolher determinado tipo de pessoas. Busque o aprendizado que você necessita fazer. Sempre.. é o tempo certo para recomeçar.  
Erros que comprometem os relacionamentos.
Erro número 1: medo do novo.
Geralmente, as pessoas se dividem em dois grupos: os que se atiram nos relacionamentos, e os que não querem se entregar porque têm medo de se machucarem outra vez..
O amor é o oposto do medo. Não é porque outros amores não funcionaram antes, que vai ser sempre assim.  Se não der uma chance ao novo, estará perdendo antes mesmo de entrar no jogo. Lembre-se: não existem garantias de que uma relação vai dar certo.

Erro número 2:  medo da solidão.
Muitas pessoas entram no primeiro relacionamento que aparece, jogando-se nos braços de alguém que sequer pararam para observar. Fazem isso porque não suportam ficar sozinhas.
Vivem aterrorizadas com a idéia de ficarem sozinhas, por isso fazem qualquer coisa para ter alguém a seu lado. Levam adiante qualquer relação, não importa como, nem a que preço, desde que não fiquem sós.
Essa estratégia não funciona e acaba trazendo sofrimento e mais solidão.  Mais cedo, ou mais tarde, essas pessoas acabam tropeçando na realidade que não queriam ver. Ninguém pode preencher o buraco da solidão do outro. 
Em vez de esperar que outra pessoa resolva suas carências, arregace as mangas e enfrente os seus fantasmas.

Erro número 3: o grude
Determinadas pessoas não conseguem entrar no relacionamento mantendo seu próprio território, e respeitando o do parceiro. Querem estar vinte e quatro horas junto com o outro, mesmo se esse estar junto se resumir a incontáveis mensagens no celuar, e-mails, MSN, etc.
Esse grude tem dias contados. Ninguém aguenta viver sufocado pela presença de outra pessoa.  Na origem da necessidade de viver colado com o outro, está a insegurança. É ela que leva alguém a exigir a presença constante do outro, como se isso garantisse a manutenção da relação. O que ocorre é o contrário.
Quanto mais você apoiar o outro, incentivá-lo a manter sua individualidade, mais chances vocês terão de estabelecer um bom relacionamento. Se você for uma dessas pessoas compulsivamente sufocantes,  estabeleça limites para si mesmo. Busque ajuda terapêutica, se o for o caso. 
Toda relação precisa manter um espaço de liberdade, para que cada um possa ter oxigênio e respirar seu próprio ar.  

Jael Coaracy

23 de maio de 2012

O Ato de Produzir Levado ao Limite



O Acto de Produzir Levado ao Limite 

"Ao longo da vida, acontece muitas vezes q...ue, em meio das nossas maiores certezas, notamos subitamente que estamos a ser vítimas de um erro e que fomos cativados por pessoas ou por coisas com as quais sonhámos uma relação que não resiste ao olhar atento da vigília. E acontece também que, apesar de tudo, não somos capazes de nos desprender, como se fôssemos retidos por uma força que nos parece inexplicável. Mas por vezes atingimos uma consciência plena destas situações e compreendemos que, tanto quanto uma verdade, um erro pode motivar-nos e conduzir-nos a uma certa actividade. 
E, como a acção comporta sempre decisões, um erro posto em acção pode muito bem dar origem a qualquer coisa de bom, se a eficácia desse fazer se estender até ao infinito. O acto de produzir é sem dúvida o que temos de melhor, mas do que fica dito compreende-se que também o acto de destruir não deixa de ter consequências benéficas." 

Johann Wolfgang von Goethe 

Abraço-LUZ*

26 de abril de 2012

Palavras mal-ditas. Ditas mal faladas ou ditas escondidas?


Tudo o que cala grita na alma e nos faz ler nos olhos o que a falta de coragem e deverdade esconde nos lábios.
Lemos deslealdade... a falta de cumplicidade,
Lemos desamor... a falta de temor,
Lemos a mentira... escondida na desculpa,
Lemos a envergonha, encoberta na sua culpa.
Lemos desunião... separando a doce comunhão,
Lemos irresponsabilidade... roubando o dever de cumprir o chamado, o dom, a vocação.
Lemos falsidade... a falta de ser o que se é de verdade,
Lemos discórdia... o prazer de criticar a opinião alheia e não aceitar e respeitar os limites de cada decisão, de cada amigo, de cada irmão.
Lemos o complexo de inferioridade... a falta de fé em acreditar na sua alta potencialidade, na sua própria capacidade.
Lemos tudo através do olhar.
Lemos e vemos muitas coisas nos olhos escondidos, pela falta de coragem delas serem expostas, delas serem ditas.
Lemos e julgamos tantos erros que nos esquecemos de limpar os nossos olhos do julgo e da condenação, de lembrarmos que no mundo não há perfeição.
Esquecemos de nos arrepender,
Esquecemos de acreditar na mudança que se pode ocorrer,
Esquecemos de perdoar,
Esquecemos de aprender amar como se deve amar.
Esquecemos de acreditar que através dos erros, eles nos ajudarão a amadurecer, eles nos farão crescer.
Esquecemos que a medida que julgamos também podemos um dia ser julgados.
Esquecemos de tantas maravilhas que Deus fez que preferimos nos mantermos incondicionados apenas a julgar o imperfeito; o que não me da o direito de criticar, o que incomoda meus olhos de olhar.
E enfim...
Perdemos mais tempo proferindo palavras mal-ditas e escondendo nos olhos as verdades incapazes de serem ditas,
apenas pela falta de amor,
pela falta de lealdade,
pela falta de temor.

(Desireé Nunes)

21 de abril de 2012

Por - Brahma Kumaris


‎"Se alguém for injusto com você, tenha uma atitude elevada e não se
deixe ferir por ninguém.
Assim como a rosa é capaz de permanecer sempre formosa e perfeita no
meio dos espinhos, a melhor forma de transformar os espinhos da raiva
é regá-los com a doçura do seu perdão e com um coração generoso.
Ao praticar isso, o ambiente a sua volta permanecerá sempre limpo e
puro, com uma atmosfera leve e perfumada."

(Brahma Kumaris)

18 de abril de 2012

Palavras: perdas e ganhos



Você já pensou sobre a força das palavras? Na força negativa e positiva? Sim, afinal, as palavras podem libertar e oprimir, alegrar e entristecer, fazer viver e fazer morrer, aliviar e angustiar, rir e chorar, incentivar e esmorecer,amar e odiar e assim tantas coisas mais.Estava pensando sobre estas coisas e, coincidentemente, encontrei um texto da escritora Lya Luft. Ela, entre outras coisas, afirma que a palavra faz parte da nossa essência: com ela, nos acercamos do outro, nos entregamos ou nos negamos, apaziguamos, ferimos e matamos. Com a palavra, liquidamos negócios, amores.Uma palavra confere o nome ao filho que nasce e ao navio que transportará vidas ou armas. “Vá”, “Venha”, “Fique”, “Eu vou”, “Eu não sei”, “Eu quero, mas não posso”, “Eu não sou capaz”, “Sim, eu mereço” - dessa forma, marcamos as nossas escolhas. Viemos ao mundo para dar nomes às coisas: dessa forma nos tornamos senhores delas ou servos de quem as batizar antes de nós. 

         Falar é completamente fácil
quando se têm palavras em mente 
que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes 
o que realmente queremos dizer, 
o quanto queremos dizer, 
antes que a pessoa se vá.

 Carlos Drummond 


O modo de dizer



O MODO DE DIZER
Além do conteúdo das palavras, existe a forma de como elas são ditas. Muitas vezes queremos falaruma coisa, mas a forma ou a nossa expressão acaba nos traindo. Outro dia uma amiga me dizia que a funcionária dela se ofendeu porque pediu a ela que fizesse tal coisa. Fui falar com a funcionária e ela foi muito humilde na resposta: - Não sei porque ela foi tão arrogante ao me pedir uma coisa tão simples. Vou contar uma pequena história, enviada pelo amigo Giovani Ascari, para demonstrar como as palavras e o modo de expressá-las são importantes em nossa vida. Havia certa vez uma jovem muito bonita que tinha dois pretendentes: um deles era reservado e mais calado e o outro era muito extrovertido e brincalhão. Este último sempre falava das belezas da moça e de quanto ele a queria para todos que encontrava na cidade, de modo que ela se tornara muito conhecida. Por fim, um dia, a jovem se casou. Com quem? Com o jovem reservado que não ficava falando dela para todo mundo.
Na saída da igreja perguntaram ao vaidoso:
- O que aconteceu? Não dizias que ela era tão bonita e formidável...
Ao que o jovem falou:
- O problema é que enquanto eu falava
PARA ela, o outro falava COM ela.
Você percebeu como ocorre o diálogo? Por que as palavras bonitas não bastam? Qual foi o ingrediente que colocou força nas palavras? Qual foi o segredo da boa comunicação, o número de palavras? Com certeza, não! Um dos segredos do saber falar é falar com a vida, com paixão, com os olhos, com os gestos, com o silêncio, com a alma.Quantas vezes você já escutou pessoas falarem: - É, falou bonito, mas falou sem vida. Ou: - Façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço. Infelizmente, esta é a realidade de grande parte das palavras que nós ouvimos diariamente.  

Vivemos nesses enganos, nesses desencontros, nesse desperdício de felicidade e afeto.

O momento certo



É importante prestar atenção e ter “presença de espírito” para sabermos falar a palavra certa no momento certo e do modo certo. Muitos casais falam besteiras em momentos de raiva e acabam dificultando ainda mais o relacionamento.Há ainda outra situação: quando a palavra mais forte é o silêncio. Quantas vezes falamos demais, falamos besteiras, falamos o que não sabemos, falamos para a pessoa errada, no momento errado e da forma errada. Com absoluta certeza, escutar e silenciar são artes que precisamos aprender e exercitar.No entanto, nem sempre podemos silenciar. Existem momentos em que a nossa palavra é importante. Uma amiga certa vez me confidenciou que sentia uma grande necessidade de falar com o marido, pois havia se ofendido por uma atitude dele. Ficou acordada até às 5 horas da manhã, quando conseguiu ter a coragem para acordar o marido e abrir seu coração. Depois de uma conversa de uma hora, estava na hora de levantar para ir ao trabalho, mas o coração estava aliviado.Vou citar outro exemplo, já bastante conhecido, do casal de idosos. Durante 35 anos o marido dormiu do lado esquerdo da cama e a esposa do lado direito. Certo dia os dois estavam conversando e a esposa falou: - Nestes 35 anos em que estamos dormindo juntos, preferiria ter dormido do outro lado da cama. O marido respondeu: - Engraçado, eu também prefiro dormir do outro lado. Por que não conversamos isso antes?

* 

As palavras no relacionamento


Quando duas pessoas se amam, qualquer mínimo detalhe é importante para o outro. No amor, as coisas mais simples são as mais importantes, e uma das coisas mais sim-ples é a amizade. Amar significa ser amigos íntimos. Um namoro ou casamento sem amizade não é namoro ou casamento. É uma convivência entre dois seres estranhos para ir administrando a vida. Maria Helena Matarazzo, escritora, afirma que conversar gostoso sobre as coisas do dia-a-dia é fundamental no relacionamento. Falar sobre o que você fez hoje, o telefonema da sua mãe, a política, o trabalho, os acontecimentos diários faz parte de um bom relacionamento.
Também é bom conversar com o companheiro sobre aquilo que a gente não fala para mais ninguém: nossos ataques de fúria, nossos medos. Isso permite que cada um vá descobrindo o outro e se descobrindo. Nesse momento, o mais importante não são as coisas práticas, mas o que sentimos ou vivenciamos. São essas trocas que aprofundam o amor.
PARA REFLETIR
1. Quais são as palavras que mais saem da sua boca? São palavras de amor, de irritação, palavras ditas só por falar, palavras que apoiaram, ridicularizaram...2. Como você transmite as palavras? Com humildade ou com arrogância?3. Por que as palavras são importantes para o relacionamento? 


3 de abril de 2012

SEMANA SANTA :paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.


A agonia da entrega, a dor do sofrimento,a vitória sobre a morte. Essa grande semana dá a humanidade uma vida nova pelo poder do Espírito Santo de Deus. DOMINGO DE RAMOS; o domingo de ramos dá início a semana Santa e lembra a entrada triunfal de Jesus em jerusalém, aclamado pelos judeus , a igreja recorda os louvores da multidão cobrindo o
caminho para passagem de Jesus, com ramos e matos proclamando "hosana, hosana...ao filho de Davi".Os cristão manifestam sua fé em Jesus Rei e Senhor. QUARTA-FEIRA DE TREVAS; A igreja nos propõe a meditar os Evangelhos e salmos. QUINTA-FEIRA SANTA; Esse é o dia em que foi instituído a Eucaristia, a bença do santo óleo para o crisma,catecúmenos e enfermos, tem início o tríduo pascal é também o dia conhecido como lava-pés, em que Cristo lavou os pés dos discípulos. SEXTA-FEIRA SANTA; apresentação do drama da paixão( via sacra) nesse dia não se celebra a missa em todo o mundo e o altar e iluminado sem cruz sem velas, as pessoas costumam, em sinal de respeito, não comer carne.SÁBADO SANTO; A igreja esta em silêncio e meditação, a noite acontece a vigília pascal ou seja os cristão passam a noite rezando, esperando o grande dia da pascoa. DOMINGO DE PASCOA; É o domingo da pascoa é o ápice da litugía, a igreja se reúne para celebra a ressurreição de Jesus Cristo sua vitória sobre a morte.

2 de abril de 2012

AUTISMO - o que é?

O que é?
Autismo é uma desordem na qual uma criança jovem não pode desenvolver relações sociais normais, se comporta de modo compulsivo e ritualista, e geralmente não desenvolve inteligência normal.O autismo é uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças. Sinais de autismo normalmente aparecem no primeiro ano de vida e sempre antes dos três anos de idade. A desordem é duas a quatro vezes mais comum em meninos do que em meninas.Causas
A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).Sintomas e diagnóstico Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir - por não poder ou não querer - falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.Sintomas de autismo em uma criança levam o médico ao diagnóstico, que é feito através da observação. Embora nenhum teste específico para autismo esteja disponível, o médico pode executar certos testes para procurar outras causas de desordem cerebral.A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.Algumas crianças autistas apresentam aumento dos ventrículos cerebrais que podem ser vistos na tomografia cerebral computadorizada. Em adultos com autismo, as imagens da ressonância magnética podem mostrar anormalidades cerebrais adicionais.Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.Prognóstico e tratamento Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal - por exemplo, aquelas com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.Crianças autistas na faixa de Q.I. próximo ao normal ou mais alto, freqüentemente se beneficiam de psicoterapia e educação especial.Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos.Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.  

27 de março de 2012

Agradeça sempre..


Aprenda a agradecer também os bons momentos.. pois eles são os bons frutos daquele sofrimento lá atrás.. que você colheu,evoluiu e amadureceu! Vamos alcançar a PAZ verdadeira, aquela que muitos buscam em vão! Para que tenhamos equilíbrio interior ainda em vida.  

Todos nós temos instrumentos de Luz..


Todos nós temos instrumentos de Luz.. 
As dores e angústias que nos atormentam e os problemas no dia a dia.. com certeza passará! Mas pensar assim é fácil, não? O que poderíamos fazer por nós mesmos, para que consigamos passar esta tempestade com a certeza que sobreviveremos..? Lembre-se que todo sofrimento é uma semente que brota e dá frutos.. os mesmos frutos que nos faz sofrer, também nos traz aprendizado,evolução e amadurecimento. Temos que nos gostar mais,todos nós temos defeitos e qualidades. Quando nós temos dificuldades em nos aceitar é porque estamos direcionados apenas aos nossos defeitos. Nada nesta vida que seja material terá valor no plano espiritual. Então que tal dedicarmos mais ao que provém do espírito? Não julgue.. não condene.. não faça com o outro o que você não gostaria que fizesse com você! Pois são nestas idas e vindas.. que a vida dá voltas e tudo acontece em tempo,dia e hora certa! A melhor opção para se defender de uma ofensa é SILENCIAR .. entregue nas mãos de Deus e reze pelo o agressor. Ele certamente não passa de um espírito sofredor. 


Aprenda a agradecer nos bons momentos.. pois eles são os bons frutos daquele sofrimento lá atrás.. que você colheu,evoluiu e amadureceu! Vamos alcançar a PAZ verdadeira, aquela que muitos buscam em vão! Para que tenhamos equilíbrio interior ainda em vida.  

23 de março de 2012

O amor que transforma Por Lya Luft

Nesta trajetória, em parte minha, em parte de minhas ficções – já escritas ou ainda nem definidas – ficou-me a certeza de que o bem supremo não é a vida mas uma vida digna; o bem maior não é o amor mas um amor que dê alegria e paz – e que, mesmo se terminar, continuará nos aquecendo na memória.
E que há sempre, em algum lugar talvez inesperado, a possibilidade de música e vôo. Não há fase da vida para ser paciente e virtuoso; não há idade para ser belo, amoroso e sensual.
… os medos e alegrias, ganhos e perdas que nos traz o amor em suas várias formas. Ele nos faz melhores se tiver sido bom; nos ajuda a aceitar a transformação se tiver sido terno; nos ensina a respeitar a liberdade se tiver sido sagrado. E se for tudo isso, certamente será um amor demorado, um amor delicado, um digno amor: mesmo doente vestirá seu traje de baile para não perturbar a calma de quem é amado; mesmo solitário porá a máscara da festa para não inquietar quem precisa partir.
Não sei se fui capaz dele ou se o mereci, mas esse amor – cuja duração nem sempre importa – vale muitas vidas e não nos pertence. Foi colocado em nós como um aroma num frasco, guiado por outra mão que não a do mero acaso. Tem em si uma luz que a maturidade torna mais vibrante e espalhada – e apesar das dores, muito mais enternecida. 
Texto :  Lya Luft 

22 de março de 2012

Por Ana Jácomo

Tem dor antiga que, ao longo da vida, muda de tom, em dégradé, mas sempre arruma uma maneira de doer. Tem dor recém-chegada, as malas ainda no chão, que a gente não sabe sequer o nome que tem. Tem dor de tudo o que é jeito na alma
Ana Jácomo 

Dica literária

Um relacionamento baseado em carinho, amor e respeito também pode ter os seus problemas, mas só as mulheres sabem que convencer os homens a trabalhar a relação é uma missão praticamente impossível. Quando as mulheres reclamam, muitos acham que estão exagerando. Discutir a relação é normalmente uma tortura para os homens. Terapia, eles não topam. Mas e se, sem eles desconfiarem, as mulheres conseguissem transformar os homens das suas vidas nos homens dos seus sonhos?
Poucos homens são naturalmente sensíveis aos detalhes que importam às mulheres e precisam ser orientados, mas sem achar que estão sendo cobrados. E quem melhor do que a parceira para ministrar uma terapia secreta com ele? O segredo de “Como dar um gás no seu relacionamento” um guia para ajudar os casais a manter a harmonia contínua na relação, escrito por Trina Dolenz, a famosa terapeuta de casais do reality show “Tool Academy”.
 
Título: Como dar um gás no seu relacionamento
Autor: Trina Dolenz
Formato: 16×23
Páginas: 240
Preço: R$ 29,90
 
 
 

Boa tarde !

“Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você.” Carl Sagan

21 de março de 2012

O que fazer para se livrar da síndrome do casal perfeito?


  Por -Maria Cristina Capobianco ( psicóloga e autora do livro “O corpo em off”)

 Não é uma tarefa fácil, pois ainda vivemos numa cultura na qual se valoriza, “Casaram-se e viveram felizes para sempre.” Nesta filosofia, os conflitos são vistos como ameaçadores à relação, há medo de separação. Os parceiros vivem seguindo um molde esperado pela sociedade, no qual as discussões não são bem vindas, não são vistas como enriquecedoras e experiências de vida, e que podem contribuir renovando a vida do casal. Os conflitos são parte essencial da vida de um casal. As diferenças entre marido e mulher existem e são importantes de serem reconhecidas e respeitadas. As necessidades, os ritmos do corpo, os desejos, de um homem são freqüentemente diferentes daqueles de uma mulher. Pontos de vista diferentes sobre um mesmo assunto não significam a impossibilidade de convívio, Pelo contrário, se podemos escutar o outro, compreender o que ele sente e não desqualificá-lo, mas incluí-lo sem exigir dele que seja do jeito que gostaríamos que ele fosse. Não há uma receita para manter a relação sadia. A escuta e o cuidado com o outro é fundamental. Tornar-se cada vez mais consciente dos seus desejos e expectativas do outro é importante. Admitir que o outro é um ser diferente, com uma história única, singular, nem melhor, nem pior que a nossa é importante. Tentar compreender os motivos inconscientes que existem por trás dos atos pode nos ampliar a forma de ver e sentir a vida. Trazer os desconfortos e falar deles, sem esperar que o outro vá resolvê-los, mas sabendo que o mero ato de conversar e expressar os sentimentos pode encaminhar algumas questões.A terapia de casal ou individual dos parceiros é muito benéfica, pois compreendemos melhor nossos conflitos, expectativas inconscientes e como foram construídas na nossa infância.