A beleza de ser mulher

A beleza de ser mulher
Nada mais contraditório do que ser "Mulher" Mulher que pensa com o coração, age pela emoção e vence pelo amor.

5 de julho de 2012

Mulheres que amam o homem errado




As mulheres que "amam muito" são aquelas que se sentem atraídas por homens problemáticos, distantes, inacessíveis. Mulheres que depois ficam enganchadas a situações conflituosas por ter formado par com um homem inadequado.
Algumas vezes suas histórias chegam à imprensa, geralmente por maus-tratos, pois elas raramente põem um fim no drama no qual se encontram prisioneiras. Costumam inspirar admiração ou lamento em seu entorno. São responsáveis e empreendedoras, mas com pouco amor próprio. Agüentam o indizível e, no entanto, desculpam seus parceiros.
Sonham com o que poderia ser e assim "ficam presas" ao que não funciona, nem as faz felizes. Rejeitam os homens "agradáveis" porque lhes parecem chatos, insípidos, por outro lado facilmente se sentem irresistivelmente atraídas pelo homem distante. Este funciona como uma droga para elas e chegam a ficar tão obcecadas, que descuidam de seus próprios interesses: família, amigos, trabalho, relações.
Vivem em uma contínua ansiedade, onde o pão de cada dia é o esforço por entender, mudar ou conseguir a atenção do homem "eleito". Gastam suas energias, esgotam o pranto e chegam ao desespero: para elas estar apaixonadas é sofrer. Se depois de tudo isso, você ainda tem dúvidas se faz parte desse grupo de mulher, pode começar a fazer as seguintes perguntas: Para o você estar apaixonada significa sofrer?
A maior parte de suas conversas com amigas ou colegas de trabalho são sobre ele? Desculpa seu mal humor, seu mal caráter, sua indiferença e sua indiferença? Sublinha nos livros todas as passagens que a ajudariam? Suporta condutas que não lhe agradam pensando que você for o suficientemente atrativa, ele mudaria? Se sua contestação foi afirmativa, plantéese que sua relação de casal prejudica seu bem-estar emocional e que deve buscar ajuda para superar a situação.

Erros que comprometem os relacionamentos



Os relacionamentos que você tem com o outro, refletem o seu relacionamento com você mesmo.
Quando as circunstâncias se repetem nos relacionamentos, o problema não é do outro. Se isso tem acontecido com você, está na hora de parar com as lamentações e olhar de frente para o que está se passando.
Somente um mergulho interno, com disposição para encarar a realidade, poderá colocá-lo frente a frente com as verdadeiras motivações que o(a) levaram a escolher determinado tipo de pessoas. Busque o aprendizado que você necessita fazer. Sempre.. é o tempo certo para recomeçar.  
Erros que comprometem os relacionamentos.
Erro número 1: medo do novo.
Geralmente, as pessoas se dividem em dois grupos: os que se atiram nos relacionamentos, e os que não querem se entregar porque têm medo de se machucarem outra vez..
O amor é o oposto do medo. Não é porque outros amores não funcionaram antes, que vai ser sempre assim.  Se não der uma chance ao novo, estará perdendo antes mesmo de entrar no jogo. Lembre-se: não existem garantias de que uma relação vai dar certo.

Erro número 2:  medo da solidão.
Muitas pessoas entram no primeiro relacionamento que aparece, jogando-se nos braços de alguém que sequer pararam para observar. Fazem isso porque não suportam ficar sozinhas.
Vivem aterrorizadas com a idéia de ficarem sozinhas, por isso fazem qualquer coisa para ter alguém a seu lado. Levam adiante qualquer relação, não importa como, nem a que preço, desde que não fiquem sós.
Essa estratégia não funciona e acaba trazendo sofrimento e mais solidão.  Mais cedo, ou mais tarde, essas pessoas acabam tropeçando na realidade que não queriam ver. Ninguém pode preencher o buraco da solidão do outro. 
Em vez de esperar que outra pessoa resolva suas carências, arregace as mangas e enfrente os seus fantasmas.

Erro número 3: o grude
Determinadas pessoas não conseguem entrar no relacionamento mantendo seu próprio território, e respeitando o do parceiro. Querem estar vinte e quatro horas junto com o outro, mesmo se esse estar junto se resumir a incontáveis mensagens no celuar, e-mails, MSN, etc.
Esse grude tem dias contados. Ninguém aguenta viver sufocado pela presença de outra pessoa.  Na origem da necessidade de viver colado com o outro, está a insegurança. É ela que leva alguém a exigir a presença constante do outro, como se isso garantisse a manutenção da relação. O que ocorre é o contrário.
Quanto mais você apoiar o outro, incentivá-lo a manter sua individualidade, mais chances vocês terão de estabelecer um bom relacionamento. Se você for uma dessas pessoas compulsivamente sufocantes,  estabeleça limites para si mesmo. Busque ajuda terapêutica, se o for o caso. 
Toda relação precisa manter um espaço de liberdade, para que cada um possa ter oxigênio e respirar seu próprio ar.  

Jael Coaracy